De terrores eu falo: os sapos caçoam de nós...
Trovejando agora e desafinando o verão
dos próximos pontos de interrogação
ainda discursando rodopios artísticos
e afagando o ego poeta cheio de gases no intestino
(lá mesmo onde a beleza se entrincheira).
Que inútil perder meu tempo fixando
as sereias fantasmas que dançam permutações
de algo simplesmente realizado sem ciência.
Daí pressione e deixe o fluído escorrer.
Sério... é aguinha da piscina na cintura, sabe?
Como passar por uma agulha é claustrofóbico
assim como realizar augúrios num plástico torto.
Continuo sem querer reclamar clamando
Só procurando êxito
no atentado
sexta-feira
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Eu.
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